
Aos adeptos da cozinha grega! Há algum tempo conheci o Café Olympia. O restaurante, que pode ser visto na Veja SP, fica fora do roteiro de badalação gastronômica de São Paulo, mas ao lado do Acrópoles, forma o pequeno rol de restaurantes gregos da cidade. Está na Chácara Santo Antonio, em uma singela casinha branca, com plantas que quase cobrem a placa com o nome do local.
Quando fui lá provei a moussaka, que era ótima – adoro moussaka. Destaque para o azeite, grego, maravilhoso! E, de quebra, aproveitei para inscrever meu e-mail para receber as novidades do restaurante. Lá sempre tem eventos com música grega e quebra de pratos.
Esse é o ponto deste post. Sábado, dia 23, a partir das 21h30, tem Festa Grega no Café Olympia, com dança, quebra de pratos e música tocada por um conjunto chamado Kostakis. Eu não conheço, mas deve ser, no mínimo, divertido. Além de gostoso, porque tem jantar para acompanhar.
Sai R$ 45 por pessoa (jantar + couvert), com salada grega, mezédes (que são as entradas) e duas opções de pratos. As bebidas e sobremesas não estão inclusas.
Fica a dica! O restaurante está na Rua Estilo Barroco, 25, Chácara Santo Antonio, bem pertinho da av. Santo Amaro, pouco depois do Borba Gato. O telefone é (11) 5182.7486.
foto: Stock.xchng
Da Monica Bergamo (Folha de S. Paulo), hoje:
O bar Astor, na Vila Madalena, vai abrir uma espécie de puxadinho chique e subterrâneo, o Sub Astor. O novo espaço, inspirado em bares de NY e Chicago, com ambiente escuro, vai focar nos coquetéis, com cardápio só de martinis e drinques “vintage”. O local deve ser inaugurado no dia 15 de junho.
*****
Podiam inventar um cardápio vintage para acompanhar… o que seria? Bolinho de chuva, talvez? Sagu? Registrem suas sugestões para o cardápio vintage nos comments!!
Adoro o bairro da Liberdade, em São Paulo. Meu sobrenome não denuncia, mas tenho um pézinho no Japão, escancarado no Tokimatsu que consta nos documentos. E a cada lojinha do bairro típico em que entro sempre tropeço em recordações da infância.
Esta semana fui a um restaurante por lá, chinês. Uma nacionalidade que é cada vez mais comum por entre aquelas ruas orientais. O restaurante é o Chi Fu, já sugerido por coleguinhas.
No cardápio, Bifun à Cingapura e Wan Ton (espécie de rolinho primavera, menorzinho) . Na decoração, uma escadaria a la filme dos anos 30, imitando mármore, com detalhes em dourado, e algumas paredes decoradas com figuras chinesas. O tradicional samba do crioulo doido.
As “garçonetes” mal conseguem entender português, são pouco simpáticas, e – dizem! - a higiene é digna da fama de restaurantes chineses. Mesas só para doze pessoas, que, naquele dia, estavam cheias de famílias de chineses. Mas a comida é boa e o restaurante é, digamos, insólito. E o precinho é pequenininho. Vale a visita!
O endereço é rua Barão de Iguape, 50, Liberdade (bem pertinho da estação do metrô).
O e-Bistrô está de cara nova, de casa nova!
Em breve, as novidades!